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Após ser informada que a consumidora enviaria fotos de vítimas à The Economist devido à ausência de recall, a Anvisa foi obrigada a tomar providências e atuou de fachada, interditou os produtos Impala, não exigiu recall e exonerou sumariamente funcionária de carreira que coordenou a vistoria da marca. Nesse contexto de corrupção e impunidade, no mesmo dia de sua segunda interdição, a Impala caluniou a consumidora acusando-a de crime de extorsão e a Polícia Civil teve a audácia de utilizar forte intimidação policial com o envio de 5 (cinco) viaturas para entrega da primeira intimação criminal da consumidora sem que a mídia divulgasse esse crime contra os direitos civis.

Laboratório não tinha equipamentos adequados para fazer produto, que deve ser retirado do mercado até 2ª-feira. Impala não controlava esmalte, diz Anvisa

 

Marlene Bergamo/Folha Imagem
A produtora cultural Luiza Rotbart, 53, que afirma ter passado a sofrer de alergia, principalmente nas mãos, depois de usar esmalte Impala

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou ontem que a Impala não tinha equipamentos adequados para fabricar esmaltes nem controles regulares da matéria-prima e do resultado final de sua produção.

A venda dos esmaltes do laboratório e o uso nos salões de beleza foram proibidos após dois anos de reclamações de uma consumidora que teve forte reação alérgica após passar esmalte da empresa. A Impala tem de retirar o produto até segunda-feira das prateleiras.

Um laudo da Fundação Oswaldo Cruz concluiu, em agosto de 2005, que o esmalte usado pela consumidora tinha grau de acidez próximo do corrosivo.

A Impala mantém uma das mais famosas linhas de esmaltes para unhas, com 4 milhões de unidades colocadas no mercado por mês. Outras linhas de produtos da Impala, como xampus e batons, ainda serão inspecionadas.

“Solicitamos aos nossos distribuidores e clientes que paralisem as vendas das nossas linhas de esmaltes”, afirma o comunicado de ontem da empresa, que destaca seus 36 anos de tradição no setor cosméticos “buscando constantemente a satisfação de seus clientes”. A Impala é licenciada para vender produtos das

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marcas Xuxa e Angélica, de forte apelo ao público jovem.

“A indústria mantinha equipamentos que não atendiam normas do Inmetro [Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial]. Por exemplo, a balança”, disse José Augusto de Camargo, gerente de monitoração da qualidade e fiscalização da Anvisa.

De acordo com ele, se esse equipamento não estiver adequadamente regulado, pode ocorrer um erro na pesagem da matéria-prima -e, conseqüentemente, no resultado da fórmula do produto. “Erra na receita do bolo”, resumiu o técnico.
Segundo Camargo, isso pode explicar o grau de acidez do esmalte analisado pela Fiocruz. Também havia problemas em equipamentos como termômetros e medidores de viscosidade e do grau de acidez.

Como os problemas estavam na linha de produção, ficou caracterizado o risco de todos os esmaltes que já estão no mercado, disse Camargo. Daí a decisão de interditar toda a linha. O técnico atribuiu à complexidade do caso a demora de dois anos para que as autoridades resolvessem as reclamações da consumidora.

Atraso
Segundo ele, desde agosto de 2005, quando saiu o laudo da Fiocruz, a Anvisa estaria realizando “estudos” junto com o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo.

O Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo atribuiu a demora para a solução do caso ao tempo que a amostra ficou sob análise da Fiocruz, um ano, e aos procedimentos da Vigilância de Guarulhos, Grande São Paulo, onde fica o laboratório, que só teria feito a coleta das amostras cerca de quatro meses após a primeira reclamação.

A reportagem não conseguiu ouvir a Fiocruz. A Vigilância de Guarulhos negou o atraso para a coleta da amostra.

A Impala sofre um processo administrativo e poderá ser multada. Se regularizar a produção, poderá voltar a vender os esmaltes.

FABIANE LEITE
DA REPORTAGEM LOCAL

Fonte: Folha de S. Paulo 14/01/2006