Correspondência
A Anvisa negou-se a alertar efetivamente à população para o perigo de consumo do esmalte tóxico Xuxa Impala e, conivente com asmanobras do fabricante, suspendeu, quase 2 (dois) meses após o “roubo da Impala”, somente a cor e lote utilizados por Luiza Rotbart, desconsiderando a decisão da Vigilância Sanitária de São Paulo que interditou todos os produtos de composição similar fabricados pela Impala.
A leniência da Anvisa com as práticas criminosas do fabricante possibilitou o escoamento dos cosméticos tóxicos (interditados e roubados) em todo o território nacional e permitiu que o produto continuasse fazendo vítimas ao longo dos anos.